IOBELEUS | SANTA BETRIZ SILVA O.I.C

                                         
                                           Ano Jubilar Santa Beatriz
                                       50 Anos canonização
  

                                                     


                                                                       RITOS INICIAIS

A Procissão de entrada, neste dia deverá sair da porta do claustro do mosteiro, com elas abertas, será fechada em alguns casos prescrito pelo Prior Geral.

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se volta para o povo. 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
    O povo responde:
℟.: Amém.

Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

O povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

                                                                                    ATO PENITENCIAL


Pres.: O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a segui-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai.

O presidente volta-se para o altar e prossegue.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
Todos:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
℟.: Amém.
 
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:

Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison.
Pres.: Christe, eléison.
℟.: Christe, eléison.
Pres.: Kýrie, eléison.
℟.: Kýrie, eléison. 

                                                                                   GLÓRIA

Canta-se o Glória, se possível em latim. 

℟.:  Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

 Ó Deus, que distinguistes a Virgem Santa Beatriz, com singular dom de contemplação e a fizestes resplandecer pela devoção à Virgem Concebida sem pecado, concedei que, por seu exemplo, buscando na terra a verdadeira sabedoria mereçamos contemplar nos céus a glória de vossa face. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

℟.: Amém.



                                                                             LITURGIA DA PALAVRA 


O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.


                                                                                  PRIMEIRA LEITURA  

 Leitura do Livro Cântico Dos Cânticos

    Grava-me como um selo no teu coração, como um selo no teu braço, porque o amor é forte como a morte e a paixão é violenta como o abismo. Os seus ardores são setas de fogo, chamas do Senhor. As águas torrenciais não podem apagar o amor, nem os rios o podem submergir. Se alguém oferecesse todos os bens da sua casa em troca do amor, só mereceria desprezo.

Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.

                                                                       SALMO RESPONSORIAL

Refrão: Jovens e donzelas, louvai o nome do Senhor. 
 Ou: Aleluia. 

Louvai ao Senhor do alto dos céus, 
louvai-O nas alturas.
Louvai-O, todos os seus anjos,
louvai-O, todos os seus exércitos.

Reis e povos do mundo,
príncipes e todos os juízes da terra,
jovens e donzelas, velhos e crianças,
 louvem todos o nome do Senhor. 

A sua majestade está acima do céu e da terra, 
Ele exaltou a força do seu povo. 
Louvem-n’O todos os seus fiéis,
os filhos de Israel, seu povo eleito. 


                                                                                   SEGUNDA LEITURA
                          

Leitura da Profecia de Oseias 

Eis o que diz o Senhor: «Hei de conduzir Israel ao deserto e falar-lhe ao coração. Ali corresponderá como nos dias da sua juventude, quando saiu da terra do Egito. Naquele dia, diz o Senhor, farei de ti minha esposa para sempre, desposar-te-ei segundo a justiça e o direito, com amor e misericórdia. Desposar-te-ei com fidelidade e tu conhecerás o Senhor».

 
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.

                                                                                      EVANGELHO
                                                                                         Mt 25, 1-13

 inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

Refrão: Aleluia. Esta é a virgem prudente, que o Senhor encontrou vigilante; quando chegou o Senhor, entrou com Ele no banquete nupcial. 

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:

 Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo segundo são Mateus
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:

℟.: Glória a vós, Senhor.

  Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «O reino dos céus pode comparar-se a dez virgens, que, tomando as suas lâmpadas, foram ao encontro do esposo. Cinco eram insensatas e cinco eram prudentes. As insensatas, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo, enquanto as prudentes, com as lâmpadas, levaram azeite nas almotolias. Como o esposo se demorava, começaram todas a dormitar e adormeceram. No meio da noite ouviu-se um brado: ‘Aí vem o esposo; ide ao seu encontro’. Então, as virgens levantaram-se todas e começaram a preparar as lâmpadas. As insensatas disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, que as nossas lâmpadas estão a apagar-se’. Mas as prudentes responderam: ‘Talvez não chegue para nós e para vós. Ide antes comprá-lo aos vendedores’. Mas, enquanto foram comprá-lo, chegou o esposo: as que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial; e a porta fechou-se. Mais tarde, chegaram também as outras virgens e disseram: ‘Senhor, senhor, abre-nos a porta’. Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo: Não vos conheço’. Portanto, vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora».

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
℟.: Glória a vós, Senhor.


Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

                                                                                 
                                                      PLOCLAMAÇÃO DO ANO JUBILAR


                                                                                DECRETO

A PENITENCIARIA APOSTÓLICA, para aumentar a devoção entre os fiéis e para a salvação das almas, em virtude das faculdades especiais concedidas pelo Santo Padre em Cristo Nosso Senhor, pela providência de Deus, o Papa Leão XIV, ministro da fé e para a nossa alegria, atendendo a recente solicitação apresentada pela Reverenda Madre Maria José Hidalgo Lopez, da Ordem da Imaculada Conceição, Coordenadora da Confederação dos Monastérios da Espanha e de Portugal, juntamente com as Irmãs Presidentes das Federações da Ordem da Imaculada Conceição da América, no quinquagésimo aniversário da canonização de Santa Beatriz da Silva, fundadora da referida Ordem, benignamente, concede, pela imensa misericórdia de Deus e pelos tesouros celestiais da Igreja concede a Indulgência plenária, conforme as condições habituais (de Confissão
sacramental, Comunhão eucarística e oração pelas intenções do Sumo Pontífice) para as Irmãs e aos demais membros da mesma Ordem e para
todos os fiéis cristãos verdadeiramente contritos e impulsionados pela caridade, desde o dia 1 (primeiro) de janeiro até o dia 31 (trinta e um) de
dezembro de 2026, e que também possam aplicar como sufrágio às fieis almas do Purgatório, unidos de coração aos fins espirituais do Jubileu
Extraordinário de ano de 2025, aos que tenham visitado, em peregrinação, qualquer igreja pertencente à Ordem, acima mencionada, e que tenham
participado, pelo menos por algum tempo, das suas cerimônias jubilares perante as relíquias de Santa Beatriz, por um período de tempo adequado, e que se tenham dedicado às reflexões piedosas, orações ou outras obras de piedade cristã para a glória de Deus e tenham elevado orações devotas a Deus pela paz e pela harmonia entre os povos e contra as aberrações dos nossos dias, concluindo com o Pai Nosso, o Credo e invocações à

Bem- Aventurada Virgem Maria, Rainha da Paz, Mãe da Misericórdia, e Santa Beatriz de Silva. Os idosos, os enfermos, aqueles que cuidam deles e todos aqueles que, por motivos graves, não podem sair de casa, podem igualmente obter a Indulgência Plenária, desde que detestem todo o pecado e estejam decididos a cumprir, o mais rapidamente possível, as três condições habituais, se estiverem espiritualmente unidos às celebrações do Jubileu, oferecendo ao Deus misericordioso as suas orações, os seus sofrimentos ou as dificuldades da sua própria vida, e consolando-se nas suas tribulações. Para que o acesso ao perdão divino, através das chaves da Igreja seja facilitado pela caridade pastoral, esta Penitenciaria solicita encarecidamente que os sacerdotes, dotados das faculdades necessárias para ouvir confissões, se ofereçam com corações prontos, generosos e misericordiosos para a celebração da Penitência. O presente decreto entrará em vigor a partir do atual Jubileu de Ouro. Não obstante qualquer disposição em contrário.

Dado em Roma, na sede da Penitenciaria Apostólica, no dia 04 de dezembro, do ano da Encarnação do Senhor, 2025.

Angelo card. de Donatis            Cristóvão José Nykiel
Penitenciário Maior                   Bispo tit. Velia, Regente


Após é acesso a vela, que ficará em cada mosteiro, como símbolo do Jubileu de Santa Beatriz.
Após é cantado ou recitado a ladainha de Santa Beatriz



LADAINHA DE SANTA BEATRIZ 

Senhor, tende piedade de nós! 
Jesus Cristo, tende piedade de nós Senhor, tende piedade de nós !
Jesus Cristo, ouvi-nos ! 
Jesus Cristo, atendei-nos ! 
Deus, Pai dos céus, tende piedade de nós ! 
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós !
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós !
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós !
Santa Maria, concebida sem pecado, Rogai por nós ! 

Santa Beatriz, Rogai por nós! 
Santa Beatriz, jovem predestinada para grandes coisas,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, jovem cuja inocência lembrava a dos anjos,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, amável modelo de modéstia e recolhimento,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, virgem incomparável de doçura e humildade,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, virgem encantadora, ornada com a pureza dos lírios,Rogai por nós!
Santa Beatriz, virgem silenciosa, comprazendo-se só em Deus,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, virgem abrasada no amor de Deus, desprezando as riquezas e as honras, Rogai por nós! Santa Beatriz, virgem penitente, reparadora dos pecados alheios,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, virgem contemplativa, dedicada dia e noite à oração,Rogai por nós!
Santa Beatriz, virgem amada de Maria Imaculada e cumulada de seus favores,Rogai por nós!
Santa Beatriz, virgem fundadora da Ordem Concepcionista,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, Mãe de uma legião de almas, consagradas à Virgem Puríssima,Rogai por nós!
Santa Beatriz, modelo heróico de vida oculta e de desprendimento,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, cuja morte bendita revela a santidade eminente, Rogai por nós! 
Santa Beatriz, cujo sepulcro tem sido glorificado por nossa Senhora,Rogai por nós! 
Santa Beatriz, que estais na glória, entre os corações puros, entre os quais apraz-nos invocar-vos, Rogai por nós! 
Santa Beatriz Intercedei por nós!
 A fim de que, honrando o mistério de sua Imaculada Conceição, lhe demos glória pela santidade de nossa vida, Intercedei por nós!
A fim de que sejamos suas fiéis imitadoras, Intercedei por nós! 
A fim de que vossa Ordem seja sempre fecunda em graças de salvação,Intercedei por nós! 
A fim de que um grande número de almas se consagrem ao serviço de Maria Imaculada,Intercedei por nós! 
A fim de que o resplendor de vossa pureza desça sobre este triste mundo e nele faça florescer a virtude,Intercedei por nós! 
A fim de possamos, com os santos de vossa ordem, seguir um dia perto de vós o Cordeiro Imaculado,Intercedei por nós! 

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Perdoai-nos, Senhor !
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Ouvi-nos, Senhor !
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Tende piedade de nós
V/. Rogai por nós, Santa Mãe Beatriz, 
R/. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

 OREMOS: Senhor Jesus, que tivestes por agradável, em vossa Igreja, a fundação de uma família religiosa destinada a honrar a Imaculada Conceição de vossa Mãe Santíssima, concedei-nos, pelos méritos de Santa Beatriz, que na devoção que lhe tributamos recebamos um acréscimo de pureza e de amor. Assim seja.


Lembrai-vos,
Ó Santa Beatriz, da Silva, das muitas
angústias e tribulações, pelas quais passastes
nesta vida e intercedei por nós.
Ó Santa Beatriz, virgem singularmente
amada de Maria Imaculada, alcançai-nos
a pureza da alma e do corpo, e a graça que
ardentemente desejamos.

terminado o rito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé:

Símbolo Niceno-constantinopolitano:
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam.
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. 
Amém.

                                                                    LITURGIA EUCARISTICA

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

 Pres.: Ó Deus, que distinguistes a Virgem Santa Beatriz, com singular dom de
contemplação e a fizestes resplandecer pela devoção à Virgem Concebida sem pecado,
concedei que, por seu exemplo, buscando na terra a verdadeira sabedoria mereçamos
contemplar nos céus a glória de vossa face. Por Nosso Senhor Jesus Cristo,
Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

℟.: Amém.
 
                                                            PREFÁCIO

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

Pres.: Na verdade é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças sempre e
em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e onipotente, por Cristo e Senhor nosso.
Porque ao dispor que vossa Palavra se fizesse carne nas entranhas da Virgem concebida
sem pecado, nos destes motivo de perpétuo louvor, contemplando a humildade e a glória de
vossa serva.
A Vós, Senhor, glorificamos ao recordar hoje Santa Beatriz, a quem cumulastes de
sabedoria e amor e a quem escolhestes em vossa Igreja para seguir em silêncio e adoração
as pegadas de vosso Filho e honrar o mistério da Imaculada Conceição de Maria, fundando
uma nova Família religiosa. Por isso, todos os anjos e santos celebram vossa glória unidos
em comum alegria. Concedei-nos associar-nos a seus louvores dizendo (cantando) a uma
só voz.

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa N., o nosso Bispo N., e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

 Nos domingos, no Natal do Senhor e Oitava, na Epifania, na Missa da Ceia do Senhor, na Vigília Pascal e Oitava Pascal, na ascensão e no Pentecostes, diz-se o Comunicantes próprio.

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,* a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damiãoe a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

Da Vigília Pascal até o 2º Domingo da Páscoa e em outras ocasiões específicas diz-se o Aceitai, ó Pai, próprio.

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Ou:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

Ou:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastáciae de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

Fortalecidos pela participação nesta Eucaristia, nós vos pedimos, Senhor nosso
Deus, que, pela intercessão de Santa Beatriz, experimentemos neste mundo a suavidade
de vossa sabedoria e sejamos saciados pelas torrentes de vosso gozo inefável na
Pátria celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
                    
O povo responde:
℟.: Amém.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.

O Deus fonte de toda santidade, que escolheu a Santa Beatriz da Silva
para resplandecer em santidade no meio de seu povo, vos cumule de suas
bênçãos.

R. Amém.

Ele que concedeu a Santa Beatriz, unir-se a Cristo em seu mistério
pascal, vos conceda viver o que ela viveu.
R. Amém.

Ele que derramou Seu Espírito em Santa Beatriz, derrame sobre vós
as graças necessárias para serdes testemunhas da Verdade e fazer sempre o
bem.
R. Amém.

E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai, Filho + e Espírito Santo,
desça sobre vós e permaneça para sempre.
R. Amém.

Cel. Vamos em paz e o Senhor vos acompanhe.

O povo responde:
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem